MEDITAÇÃO E NEUROCIÊNCIA – A ciência comprova sim!!

MEDITAÇÃO E NEUROCIÊNCIA

Estudos Científicos

Sinais de alarme “desagradáveis” são disparados toda vez que nos vemos em situações estressantes, desafiadoras ou perigosas. Nosso sistema nervoso é banhado pelos “hormônios do estresse”: epinefrina (adrenalina) e cortisol.

remedio-para-ansiedade

O estresse prepara a pessoa para o medo e a raiva:

  • Aumenta o batimento cardíaco;
  • Dilata as pupilas;
  • Os bronquíolos dos pulmões dilatam;
  • O fluxo sanguíneo é desviado para os grandes grupos musculares;
  • A amígdala cerebelar é estimulada aumentando ainda mais o cortisol;
  • A libido é suprimida;
  • As emoções são exacerbadas;
  • O pensamento racional diminui.

Além de danos físicos, as pessoas que vivem entrando e saindo desse estado ‘prestes a explodir’, o excitamento do sistema nervoso torna a amígdala ainda mais sensível.

Isso significa que ela irá disparar informações de ameaças para o corpo antes que o pré-frontal (área do cérebro reservada ao raciocínio lógico) possa processar o acontecimento.

Como ela também é responsável pelo aprendizado e nos informa sobre acontecimentos passados, quando ela fica “excitada” pelo excesso de cortisol, ela tende a encobrir essas experiências com medo, aumentando o estado de ansiedade contínua, independentemente da situação.

Além disso, o hipocampo – muito importante para converter a memória a curto prazo em memória a longo prazo – fica enfraquecido e impedido de gerar novos neurônios, ou seja, fica incapaz de gerar novas memórias.

Os autores do livro “O Cérebro de Buda – Neurociência prática para a felicidade”, Rick Hanson e Richard Mendius, fundadores do Instituto Wellspring para Neurociência e Saber Contemplativo, explicam que para recobrar a calma e a clareza do cérebro e da mente é necessário ativar o Sistema Parassimpático do Sistema Nervoso Autônomo (SNA).

O setor parassimpático é responsável por espalhar ondas tranquilizantes e curadoras por todo corpo, cérebro e mente.
Mas como fazemos isso?

Simples assim, praticando essas diversas técnicas:
– Relaxamento imediato;
– Relaxamento progressivo;
– Respiração pelo diafragma;
– Expiração extensa;
– Tocar os lábios;
– Aumentar a consciência corporal;
– Contemplar imagens agradáveis;
– Desenhar e colorir Mandalas como forma de meditação ativa;
– Buscar equilibrar os batimentos cardíacos;
– Meditação.

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O que a Neurociência descobriu acerca da meditação?

A prática da meditação ativa o Sistema Nervoso Parassimpático (SNP) de diversas maneiras e as pesquisas indicam que:

– aumenta a massa cinzenta na ínsula, no hipocampo e no córtex-frontal;
– melhora das funções psicológicas como humor, atenção, compaixão e empatia;
– fortalece o sistema imunológico
– ajuda a melhorar/curar doenças físicas;
– diminui/cura insônia, fobia, depressão, ansiedade e outros distúrbios.

Um tipo de meditação ativa que tem despertado a atenção da Psicologia Integral é a arte terapia com Mandalas. A prática em desenhar, colorir e contemplar mexem com muitos campos da percepção e com diversos mecanismos cerebrais.

]Ativa o SNP em conjunto com o campo de força gerado pelas Mandalas, técnica utilizada e prescrita por Carl G. Jung, já teve seus efeitos comprovados por diversos médicos, como Nise da Silveira, psiquiatra brasileira reconhecida mundialmente.

Você pode fazer um curso direcionado para aprender a técnica por completo e entrar no fluxo criativo que a prática proporciona, um tipo de meditação ativa “que você não vê o tempo passar”. Saiba mais AQUI.

A Veja publicou uma matéria com o título “Meditação ganha, enfim, aval científico”, de Tiago Cordeiro, com diversos estudos feitos nos últimos anos.

O uso de aparelhos modernos para medição de ondas cerebrais em exames como a ressonância magnética e a tomografia acusaram transformações assustadoras como, por exemplo, em voluntários que se dignificaram em aprender a meditar em quatro aulas de 20 minutos cada e apresentaram uma redução no estresse de quase 40%!!

No artigo, estão pontuados seis benefícios com aplicações científicas de grande instituições que não deixam dúvidas: meditar só traz o bem e para os céticos, pode até parece mágica.

Os seis pontos principais que ganharam sua confirmação científica e que estão nessa reportagem são:

1- Redução do Estresse: “Para quem já está estressado, a meditação funciona como um remédio.”
2- ‘Plus’ para sistema cardiovascular: “Meditar também é útil para reduzir em 47% as chances de ataque cardíaco e infarto em adultos.”
3- Redução dos casos de depressão e insônia: “A meditação também funciona para atacar a causa.”
4- Alívio da dor: “Quem tem a meditação como hábito sente menos dor.”

Muitos materiais sobre os efeitos da meditação estão disponíveis para pesquisa e validação científica. Pare de duvidar e entre de cabeça nessa experiência, você só tem a ganhar!!

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